Que me perdoem o linguajar, mas que vidinha filha da puta. Tudo bem, a vida é linda e essas coisas boas, mas tem dia que ela faz a gente de palhaço. E a gente acaba sendo.
Odeio não saber me descrever. Até porque, se eu tô comigo desde sempre, deveria me conhecer o suficiente pra isso, não é mesmo? Mas não. Não me conheço. Minha personalidade é uma contradição. Sou orgulhosa, mas quando me apaixono, esqueço que o orgulho já existiu um dia. Não gosto de calor, mas quando faz muito frio, reclamo. Acredito no amor verdadeiro, apesar de todas as experiências que já vivi, me levarem a crer no contrário. É, no momento sou essa. Amanhã? Só Deus sabe.